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14 / 02 / 2011 Discursos contemporâneos sobre a velhice


Discursos Contemporâneos sobre a Velhice: do Estatuto Biológico ao Social
Elaine Cristina Silva de Moura[1]

A temporalidade, insígnia da vida humana, atesta nossa condição provisória e finita. Somos seres marcados pelo tempo, principalmente porque criamos formas de atestar a sua passagem, a despeito das diferenças no modo de concebê-lo. A construção dos valores que sustentam o sentido do viver nas diferentes culturas se faz a partir de uma apropriação específica do tempo, incluindo-se a ritualização da vida e da morte.

Dentre os vários acontecimentos enlaçados à temporalidade na constituição do sujeito, o envelhecimento parece nos falar mais diretamente deste enlace, assim como da percepção de seu afrouxamento. Conjuga múltiplas dimensões: social, biológica, psíquica, entre outras. Este processo, contínuo e irreversível, produz modificações observáveis no real do corpo que operam também mudanças nas posições sociais dos sujeitos e nas relações estabelecidas por eles ao longo de suas histórias.

O envelhecimento populacional, fenômeno atualíssimo, em alguns países se deu de forma lenta e em outros de forma mais acelerada, mas, de modo geral, pode ser observado em vários continentes, começa a ser lido como acontecimento bastante significativo, junto a tantos outros que modificaram profundamente as sociedades contemporâneas durante o século XX. A transição demográfica, possibilitada pela ampliação do acesso a bens e serviços de saneamento, à saúde, às diversas tecnologias e às proteções sociais, aponta tanto para o aumento da expectativa de vida quanto para o aumento da proporção da população com idade superior a 60 anos. A idade média do brasileiro em 1940 era de 43 anos e atualmente se aproxima dos 72 anos (Fonte: IBGE). E as projeções populacionais indicam que até 2025 esses números continuarão a crescer, fazendo com que nos próximos vinte anos a população de idosos torne-se maior que a de crianças e jovens.

Os discursos sobre a velhice encerram um conjunto de significantes recorrentes que, analisados à luz de variados campos do conhecimento, podem revelar traços marcantes da subjetividade contemporânea, oferecendo subsídios para a formulação de questões sobre como o processo do envelhecimento se inscreve nas sociedades capitalistas ocidentais.

Na construção analítica proposta pela psicanálise o sujeito é concebido a partir da sua interação com o simbólico, sem a qual não chega a constituir sua humanidade, no sentido de apreender as leis da cultura, seus códigos e seus interditos. O social então perfaz o sujeito antes mesmo de seu aparecimento biológico no mundo ao inscrevê-lo na ordem simbólica anterior e exterior a ele. Será também a dimensão social que oferecerá ao sujeito os elementos com os quais serão produzidas as formas de subjetivação, sendo este um processo sócio-histórico contingente, como demonstram as diversas formações sociais, suas formas de gozo e seus respectivos modos de mal estar. Interessa então discutir qual o possível lugar ocupado pelos velhos em uma cultura que valoriza atributos dos quais a velhice se vê despojada e problematizar dilemas que se apresentam ao sujeito que envelhece. Como este lugar se constrói, é apreendido e modificado? Quais discursos do Outro sustentam a velhice no imaginário de todos nós?

Este artigo pretende realizar uma leitura de alguns significantes que se oferecem para ancorar o velho nos discursos dominantes, a partir da análise das ofertas do mercado do antienvelhecimento, utilizando conceitos de campos do conhecimento como a psicanálise, a filosofia, a gerontologia e as ciências sociais.

 

Discursos contemporâneos: envelhecer sob o paradigma da juventude

Considerando a proposição psicanalítica que entende a constituição do sujeito a partir da entrada deste em determinada ordem simbólica através da linguagem, se aceita também o caráter dinâmico, arbitrário e variável desta ordem. São observáveis, na perspectiva histórica, as transformações na produção das subjetividades, evidenciando que os modos de existência e seu correspondente sentido provêm de uma lógica que extrapola a condição biológica, embora demarquem os sujeitos individualmente.

Neste contexto, as subjetividades são produzidas no lastro dos ideais de seu tempo. Assim, os discursos sobre a velhice referenciam e refletem estes ideais. Ao mencionar a emergência de novas representações sobre ela, verifica-se a presença de atributos e valores que tem predominado entre os diversos segmentos etários, como a centralidade do corpo, a supervalorização da juventude e da imagem, o consumismo e a busca permanente por atividades. Transformando o sujeito em gestor de seu envelhecimento e o principal responsável por ser ou não bem sucedido nesta tarefa.

se alguém não é ativo, não está envolvido em programas de rejuvenescimento, se vive a velhice no isolamento e na doença é porque não teve o comportamento adequado ao longo da vida, recusou a adoção de formas de consumo e estilos de vida adequados e, portanto, não merece nenhum tipo de solidariedade

DEBERT: 1999: 35

 

O sujeito instrumentaliza-se através da adoção de práticas modeladas pelo discurso tecnocientífico para remediar o real do corpo envelhecido, da finitude e da morte. Também responde a uma demanda do Outro que, na contemporaneidade, tem o individualismo, o hedonismo e o narcisismo como marcas centrais. Como indica Birman (2000, p.246) “é o eu que está em questão o tempo todo, alargado e exaltado em suas fronteiras (...) É a estetização da existência que toma volume como estilo existencial do sujeito”.

Conectado ao fluxo das promessas mercadológicas e aos discursos da publicidade, o sujeito prende-se à lógica do consumo como forma de manter-se ativo, já que estas enunciam, principalmente através de intensa produção imagética, valores como prazer, culto de si, beleza, satisfação e perfeição. 

Em tempos de espetacularizaçãoda vida social , retomando o conceito clássico de Debort (1967), a imagem torna-se um tema relevante para a discussão da velhice. Estando as relações sociais convertidas a uma calculada oferta da imagem de si, a busca incessante pelo cuidado da aparência se traduz na busca por manter-se ajustado a um padrão que elegeu signos identificados à juventude como os ideais. Neste recorte específico do mercado do antienvelhecimento, subjaz o discurso que tenta controlar os efeitos do tempo sobre o corpo, ou controlar o tempo que retira do sujeito a cobertura narcísica ao destituí-lo da juventude. A promessa do antienvelhecimento é a promessa da manutenção do laço social, através da manutenção dos atributos valorizados socialmente.

Neste sentido, a possível valorização da terceira idade ocorre na medida em que os velhos se mantém ligados a um repertório de valores e práticas distantes dos estereótipos da velhice, ou seja, quando se dispõem a viver esta condição resistindo ou negando limites, preocupando-se com a aparência e a saúde; mantendo uma rotina de atividades de lazer e consumo assemelhadas a períodos anteriores da vida, conforme os imperativos de gozo da cultura contemporânea.

Conjuga-se assim, face ao envelhecimento, a angústia estrutural do temor da morte e o mal estar de parecer desviante em uma sociedade na qual a imagem do corpo jovem, entregue à exaustiva busca da perfeição, tornou-se suporte moral, indicador de felicidade e bem estar. As ofertas infindas do mercado frente às vicissitudes do viver – insatisfações, perdas, adiamentos – produzem a falsa noção de que é possível apartar o sujeito de todo mal estar através do consumo, como se o desejo fosse tangível e a resposta a ele possível, eliminando a falta. 

 

A corporeidade – amparada pelo estatuto de ‘verdade’ do saber biomédico - passa então a sobrepor outras dimensões do humano, reduzindo-o a uma contingência funcional, cuja subjetividade se referencia na anatomia e nos processos orgânicos. A crença no binômio saúde/felicidade se estabelece articulada à associação imaginária entre perfeição física e retidão de conduta.

Investe-se na noção de qualidade de vida associada à busca de um ideal de saúde, focado na chamada capacidade funcional do sujeito e em sua performatividade. A vivência da velhice passa a ser redescrita a partir da busca do controle corporal e as subjetividades contemporâneas conformadas através dos discursos da tecnociência (Biehl, 2001). Neste ponto, a identidade dos sujeitos reitera-se na referência biológica e extrai dela os significados da existência. 

A face narcisista e hedonista expressa nos valores identitários da contemporaneidade remonta a uma concepção segundo a qual, como demonstra Jurandir Freire Costa no artigo A Subjetividade Exterior, “o sujeito é o ponto de partida e chegada do cuidado de si” e que “Quanto maior, mais imediato, mais constante for o prazer, mais feliz é o sujeito”. Neste cenário o autor observa a configuração de um novo tipo identitário: a bioidentidade, acompanhada pela bioascese, a exigir alta dose de disciplina contra hábitos deletérios. Um modelo pautado pelo individualismo e guiado pela noção de qualidade de vida, tributária dos ditames naturalistas. Mais adiante, no mesmo artigo, exemplifica “O justo é o saudável; o reto é o que se conforma ao projeto de vida bem-sucedida, do ponto de vista biológico”.(id.ibidem, pág. 3).

A velhice, analisada sob o paradigma bioidentitário, confronta o sujeito com o ideal de perfeição do discurso científico disposto nas práticas bioascéticas. Em busca de adaptar-se à norma, ou seja, ao modelo vigente, o sujeito adere a uma conduta de constante autovigilância e autocontrole. Entretanto, o corpo “por onde circulam nossos conflitos pulsionais, onde nossas representações recalcadas são traduzidas, por onde expressamos nossas emoções, nossos apetites e nossas trocas com o mundo” (Messina, 2002, pág 3), mesmo submetido a rígida rotina disciplinar , não deixa de ser campo ingovernável e de permanentes transformações. Diante do processo irreversível do envelhecimento, da imagem não reconhecida, disforme e em desacordo com os padrões esperados, o sujeito confronta-se com sua impotência.

Envelhecer então pode assumir um caráter de falha explícita e reiterada. Submetido à lógica da intensa exposição, de onde a visibilidade lhe garante existência no mundo social, o sujeito encontra-se também vulnerável ao olhar vigilante do Outro.

A cada sinal que desestabiliza os índices da boa saúde e da imagem idealizada, o sujeito é considerado inapto, fraco, desviante; além de ser responsabilizado por não ter empenhado os esforços necessários para evitar tal condição.

Retomando o texto clássico de Freud (1930), no qual o mal estar é descrito como condição estrutural do humano, pode-se, a exemplo de Bauman (1998) na crítica à pós-modernidade, circunscrevê-lo aos condicionamentos de um período histórico. Para além da análise sobre a constituição do psiquismo humano e das considerações acerca da falta e do desamparo inerentes a ele, observa-se que os ideais sociais são também agentes de mal estar. Na perspectiva do saber analítico, o conhecimento que avança sobre a singularidade, avança também sobre o tipo de laço social disposto pela contingência histórica. Assim, os sintomas que ressoam na atualidade tanto têm a dizer sobre o sujeito quanto sobre sua época. 

Diversas análises identificam na chamada pós-modernidade uma crise referente ao acirramento entre aquilo que o sujeito assume ao cumprir a lógica do individualismo – colocando-se como centro da cultura, despojado da tradição e da temporalidade - e os limites impostos por sua condição transitória, precária e finita. Na análise de Contardo Calligaris (1993), para que advenha o indivíduo, nega-se a herança simbólica, gerando uma ausência de “recursos identificatórios”. 

Apontando outros elementos desta crise, Mario Pablo Fuks (1999, pág.70) conclui “Na pós-modernidade, ser homem implica em ser reconhecido como imagem por outro que também o é”, o que produz um laço social no qual o outro se torna tão somente um espectador, compondo relações esvaziadas e superficiais.

 

Se o lugar social da velhice demarcava-se pela transmissão de valores e saberes e hoje estes se disseminam através de meios diversos, além de haver uma tendência a dissolver a temporalidade numa contínua reiteração do tempo presente, Goldfarb (1998, pág13) propõe “Cabe então perguntarmos sobre a particular subjetivação do “ser velho” em um momento histórico onde a velhice perdeu as atribuições próprias da sociedade tradicional”{...}.

O mal estar que caracteriza a condição humana, advindo de sua estrutura faltante, incide sobre a velhice de modo pronunciado à medida que, na formação social atual, grande parte dos velhos encontra-se fora das relações produtivas do mercado de trabalho, fora da dinâmica produtor/consumidor, consequentemente vive sem visibilidade social e portanto, inexiste ao olhar do Outro.

Cabe então observar que a velhice faz furo no discurso contemporâneo e o velho torna-se um ser dissonante em um sistema de valores que se fundamenta no efêmero, na obsolescência programada, no consumo, na cultura da imagem e nos ideais ligados a juventude. Afinal, vendo-se, aos poucos, despojar-se dos atributos imagéticos e dos recursos materiais que o tornam apto a participar do ‘espetáculo’, o sujeito envelhecido percebe-se excluído, apartado do olhar do Outro.

Realizada a reflexão sobre as formas de subjetivação contemporâneas, a partir de autores que se propõem a discutir características específicas da formação sócio-histórica atual, é possível observar como os discursos que oferecem suporte simbólico à velhice são diversificados, embora alguns significantes se destaquem pela recorrência. Interrogá-los , portanto, leva a conhecer um campo de representações específicas, que nos falam não apenas da velhice, mas situam a posição dos sujeitos a qualquer tempo da vida.

Pode-se reiterar que as mudanças nos discursos sobre a velhice não se deram necessariamente a partir da transição demográfica que vem indicando a expansão do tempo médio de vida das pessoas e trata a longevidade como fenômeno cada vez mais comum. Cabe afirmar que estas mudanças, notadamente vinculadas à “invenção da terceira idade” (Debert, 1997), são produto de uma transformação mais ampla, tanto nas estruturas sociais quanto nas subjetividades. Resultam, portanto, de uma lógica que atravessa todas as idades, por estar plenamente articulada às demandas das sociedades capitalistas.

Esta lógica se pauta pela valorização do estilo de vida identificado à juventude, que emergiu no pós-guerra e se disseminou através de vários signos da cultura: na música, na arte, nos comportamentos, na estética, na sexualidade, na política, etc. Por isso, atualmente, ao falar de velhice evocam-se várias representações sobre a juventude, como aponta Maria Rita Kehl, no artigo A Juventude Como Sintoma da Cultura.

 

A juventude é um estado de espírito, é um jeito de corpo, é um sinal de saúde e disposição, é um perfil do consumidor, uma fatia do mercado onde todos querem se incluir. Parece humilhante deixar de ser jovem e ingressar naquele período da vida em que os mais complacentes nos olham com piedade e simpatia e, para não utilizar a palavra ofensiva – velhice – preferem o eufemismo “terceira idade”. {...} Ser jovem virou slogan, virou clichê publicitário, virou imperativo categórico - condição para se pertencer a uma certa elite atualizada e vitoriosa.

KEHL: 2004: 1

 

Reiterando um modelo de existência baseado em elementos tais como a busca constante pelo ‘novo’, a experiência de intensas sensações, a rápida e incessante substituição de objetos, as relações fugazes, a idolatria do corpo, o individualismo e imperativo consumista , as sociedades capitalistas dispõem um suporte simbólico no qual ser velho exige, muitas vezes, a recusa da velhice. Novamente nas palavras de Kehl.

O efeito paradoxal do campo de identificações imaginárias aberto pela cultura jovem é que ele convoca pessoas de todas as idades. Quanto mais tempo pudermos nos considerar jovens hoje em dia, melhor. Melhor para a indústria de quinquilharias descartáveis, melhor para a publicidade – melhor para nós?

KEHL: ibidem: 2

 

Enfim, a despeito das variações culturais e da singularidade de cada ser, a análise de diversos dispositivos sociais leva a perceber que se tem oferecido aos velhos modos de subjetivação que implicam na negação da própria velhice. Porém, considerando as projeções populacionais, se lançam questões sobre a possibilidade de ocorrerem modificações profundas nas estruturas das sociedades cuja população está envelhecendo numa proporção nunca antes vista.

Ao se estender o período de vida para um grande contingente de pessoas, criam-se novas necessidades de ordem material e social. Mesmo que os artefatos científicos prometam respostas a elas, a experiência da velhice advoga, principalmente, a reinvenção da forma de estar no mundo.

O recorte teórico e metodológico deste trabalho se ateve em analisar algumas ofertas da cultura contemporânea para a velhice, utilizando reflexões de autores que realizam uma crítica à contemporaneidade. Entretanto, o envelhecimento, sendo multidimensional, torna imprescindível que se estruture um olhar multidisciplinar sobre ele. Neste sentido, o campo de estudos deve ser ampliado, transcendendo o domínio do conhecimento biológico, para avançar sobre as políticas públicas, a sociabilidade e as produções simbólicas, articulando a esfera da subjetividade e da sociedade.

 

 

Referências

 

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[1]Graduada em Ciências Sociais pela USP, Especialista em Sócio-Psicologia pela Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo (FESP).

 

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