Hiperativas, opositivas, autistas… Ainda há crianças normais?

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Descrição

Hiperativas, opositivas, autistas… Ainda há crianças normais? – Um mapa crítico da saúde mental da infância e adolescência na era dos transtornos

Páginas: 276           Formato: 16×23

Edição: 1ª                Ano: 2026-27

ISBN:  978-85-

Resumo:

De onde vieram tantas crianças e adolescentes “transtornados” nos âmbitos social, escolar e familiar? Estamos compreendendo qualquer problema, desvio ou sofrimento de nossas crianças como se fossem patologias mentais? A vida contemporânea tem adoecido mais especialmente os jovens? Qual a razão de tantos adolescentes buscarem entender por que são como são a partir das categorias psiquiátricas? O livro abarca essas e outras questões, e, sobretudo na prática clínica, busca mostrar as vantagens e desvantagens, os potenciais e os limites dos diagnósticos psiquiátricos e dos psicofármacos, as formas de utilizá-los de modo científico, ético e responsável, e as estratégias alternativas a ser consideradas. Procura dialogar com outros profissionais de saúde e educação em busca de mais informações e de troca de pontos de vista sobre a criança, partindo sempre de uma posição crítica ao que se possa limitar a complexidade do comportamento humano diante de um diagnóstico restritivo.

 

Índice

Prefácio, Maria Cristina Ventura Couto

Introdução

  1. Da idiotia ao neurodesenvolvimento: a trajetória da psiquiatria de crianças e adolescentes
  2. Diagnósticos e psicofármacos na infância: usos e abusos
  3. Desatentas, hiperativas, opositivas…
  4. Bipolares, disruptivas, desreguladas..
  5. Autistas, atípicas, neurodivergentes…
  6. Ansiosas, compulsivas, nomofóbicas… Modos de sofrimento no pré e pós-pandemia
  7. E então, ainda há crianças normais?
  8. Alternativas e perspectivas

Epílogo. Vastas sugestões e recomendações imperfeitas

 

Sobre o autor

Rossano Cabral Lima possui graduação em Medicina pela Universidade Federal de Juiz de Fora, residência em Psiquiatria e Psiquiatria Infantil pelo Instituto Municipal Philippe Pinel – RJ. Mestrado e doutorado em Saúde Coletiva pelo Instituto de Medicina Social da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, com doutorado sanduíche no Instituto Max Planck de História da Ciência (Berlim, Alemanha). Trabalhou na rede de atenção psicossocial do município do Rio de Janeiro (CAPS Pedro Pellegrino e CAPSi Eliza Santa Roza) e foi supervisor clínico-institucional do CAPSIJ Duque de Caxias-RJ. Foi Professor Visitante do NUPPSAM/IPUB/UFRJ. É Professor Associado do Instituto de Medicina Social da UERJ, do qual foi Vice-diretor entre 2016 e 2024. Líder do Grupo de Pesquisa do CNPq LEPSIA (Laboratório de Estudos e Pesquisas em Saúde Mental da Infância e Adolescência) e membro da Rede Nacional de Pesquisas em Saúde Mental de Crianças e Adolescentes. Autor do livro Somos todos desatentos? O TDAH e a construção de bioidentidades e coautor de Saúde mental da criança e do adolescente, entre outros trabalhos publicados.

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