A Falha Básica. Aspectos terapêuticos da regressão. 2a.ed.

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Descrição

Páginas: 192        Formato: 16×23
Edição: 2a.          Ano: 2014
ISBN: 978-85-64250-63-5
Resumo: Esta obra apresenta um texto fundamental da teoria psicanalítica, na qual Michael Balint propõe conceitos sobre a estruturação psíquica precoce do indivíduo e suas consequências futuras. Também oferece ao discernimento do leitor uma maneira lúcida a respeito de algumas das formas pelas quais os pacientes se relacionam com seus analistas e estes com seus pacientes.

Índice:
Parte I. As Três Áreas da Mente
1. Os Processos Terapêuticos e sua Localização
2. Interpretação e Perlaboração
3. Os Dois Níveis do Trabalho Analítico
4. A Área da Falha Básica
5. A Área da Criação
6. Resumo
Parte II. Narcisismo Primário e Amor Primário
7. As Três Teorias de Freud
8. Contradições Inerentes
9. Fatos Clínicos Sobre o Narcisismo
10. Esquizofrenia, Toxicomania e Outras Condições Narcísicas
11. Estados Pré-Natais e Pós-Natais Precoces
12. Amor Primário
13. Amor Adulto
Parte III. O Abismo e as Respostas do Analista
14. A Regressão e a Criança dentro do Paciente
15. O Problema da Linguagem na Educação e no Tratamento Psicanalítico
16. A Técnica Clássica e suas Limitações
17. Os Riscos Inerentes à Interpretação Consistente
18. Os Riscos Inerentes ao Manejo da Regressão
Parte IV. As Formas Benignas e Malignas da Regressão
19. Freud e a Ideia da Regressão
20. Sintomatologia e Diagnóstico
21. Gratificações e Relações Objetais
22. As Diversas Formas de Regressão Terapêutica
23. O Desacordo entre Freud e Ferenczi e sua Repercussão
Parte V. O Paciente Regressivo e sua Análise
24. Regressão Terapêutica, Amor Primário e Falha Básica
25. O Analista Não-Importuno
26. A Travessia do Abismo
Referências Bibliográficas
Referências Específicas sobre Dependência Oral e Estados Afins

Sobre o Autor:
Michael Balint, Psicanalista e bioquímico húngaro, formou-se em Medicina em 1918, com uma brilhante carreira, qualificando-se em neuropsiquiatria, filosofia, química, física e biologia. Trabalhou no Instituto Tavistock de Relações Humanas, liderando ali o conhecido “Balint Group”. Em 1968 tornou-se presidente da Sociedade Psicanalítica Britânica