Psicanálise e formação de professores: antiformação docente

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Descrição

Páginas: 200            Formato: 16×23

Edição: 1ª                Ano: 2018

ISBN: 978-85-5524-066-9

Resumo

O lugar relevante e distintivo que a educação tem no discurso político, somado ao peso que se atribui ao papel do professor no bom desempenho do processo educativo, constituem razões suficientes para endossar sua legitimidade e importância, abrangidas nas temáticas contidas neste livro, que também discorre com reflexões acerca das vicissitudes do processo de formação docente, bem como apresenta experiências no campo pedagógico com a interlocução da abordagem psicanalítica.

Índice

Introdução (Rinaldo Voltolini)

PARTE I – Psicanálise e formação docente (Rinaldo Voltolini)

  1. Adémarchepsicanalítica na educação: consequências para o campo da formação docente
  2. Educação inclusiva***
  3. Formação de professores
  4. A Engenhosidade docente: o saber do professor e seu ato
  5. A formação universitária e o saber do professor
  6. Adémarcheclínica na formação de professores
  7. O dispositivo grupal

PARTE II – Experiências e excursões conceituais

  1. “Não estamos preparados para isso!” – Educação inclusiva e formação de professores (Eric Plaisance)
  2. Sobre a escuta de professores na formação docente (Marise Bastos)
  3. A temática dos “pares” como vicissitude da educação inclusiva: um diálogo na interface psicanálise e educação (Mônica Rahme)
  4. Como eu educo essa criança? Saberes sobre inclusão escolar e o discurso do especialista (Lenara Spedo Spagnuolo)
  5. “Não vai”: acerca da intimidade entre o politicamente correto e a impotência no exercício da inclusão (Ana Galletti Martins de Oliveira)
  6. O sumiço do serviço: Onde está a tal rede de apoio ao professor? (Isabel Napolitani)
  7. A criança estranha (Rinaldo Voltolini / Lígia Vertematte Rodrigues)

Sobre o autor-organizador

Rinaldo Voltolini é psicanalista e professor da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP). Mestre e doutor em psicologia pelo Instituto de Psicologia da USP. Possui pós-doutorado em Psicogênese e Psicopatologia na Universidade de Paris XIII. É um dos coordenadores do Laboratório de Estudos Psicanalíticos da Infância e da Educação (LEPSI) da USP, coeditor da revista Estilos da Clínica e coordenador nacional do Grupo Nacional de Trabalho Psicanálise e Educação da Associação Nacional de Pesquisa e Pós-graduação em Psicologia (ANPEPP).

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***E R R A T A (Cap. 2)

Na pág. 34, onde se lê:

“Tratava-se em Bonneuil de suspender os chamados banhos de tratamento e oferecer uma educação a seco.

Leia-se:

“Tratava-se em Bonneuil de suspender os chamados banhos de tratamento e oferecer uma “educação à seca”. (LAJONQUIÈRE, 1999, p.111)*

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* Por fugir do escopo desse capítulo uma análise pormenorizada sobre a experiência institucional de Bonneuil, recomendamos ao leitor interessado em aprofundar neste tema a leitura dos livros: Educação Impossível, de Maud Mannoni (1988) e Infância e ilusão (psico)pedagógica: escritos de psicanálise e educação, de Leandro de Lajonquière (1999). No primeiro, o leitor encontrará um desenvolvimento bem consistente dos princípios de trabalho constitutivos dessa escola experimental – no texto acima apenas delineados – discutidos por Mannoni e seus colaboradores. No segundo, uma reflexão aprofundada das consequências mais amplas da experiência de Bonneuil para a educação.