Sobrevivência Psíquica na Escola: Diálogo entre Psicanálise, Cultura e Educação [*Em breve]

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Descrição

Páginas: 260            Formato: 16×23

Edição: 1ª                Ano: 2026

ISBN: 9788555241765

Resumo

Este livro nasceu da preocupação com impasses contemporâneos que, corporificados no interior da escola, envolvem a sobrevivência ao sofrimento constituído no viver. Ao adentrar a escola, tais impasses buscam nela novas formas de comunicação e elaboração, e também falam de profundo sofrimento psíquico que se estrutura intrapsiquicamente, porém em interação dinâmica com as dimensões da experiência compartilhada, ou seja, dinâmicas fundamentalmente interpsíquicas e, portanto, sociais.

Índice

Introdução

Unidade I – A escola precisa conversar sobre sobrevivência psíquica?

1. Da dor à condição complexa de sofrimento

2. A letalidade psíquica como objeto da Educação

Unidade II – Educação em tempos de perda e sofrimento

3. Sobrevivência psíquica e subjetivação

4. Modalidades de sobrevivência psíquica na escola

5. Por que Winnicott nos ajuda a falar sobre sobrevivência na escola?

6. A voz dos professores: reflexões de docentes de Nova Iorque e de São Paulo sobre os desafios da pandemia de Covid-19

Unidade III – Sobrevivência na escola: cultura, estética e transformação

7. Notas de Pesquisa sobre Raymond Williams e Donald Winnicott e a questão da sobrevivência

8. A “inflexão rumo ao sujeito” de Theodor Adorno, em “Educação após Auschwitz”

9. Psicanálise, sofrimento psíquico e humor na escola: Teatro da Escuta como método de intervenção

10. Discutindo masculinidades no filme Bar doce Lar: Ensaio de sociologia do cinema em interface com a educação

Unidade IV – É possível conjecturarmos sobre uma pedagogia baseada no conceito de sobrevivência?

11. Reflexões sobre um sonho impossível: Uma pedagogia decolonial para crianças

12. Conjecturas sobre uma pedagogia dos/para os sobreviventes

 

Sobre as organizadoras

Ana Archangelo é Psicanalista e Professora Sênior da Faculdade de Educação da Unicamp, onde leciona e orienta na pós-graduação. Vice-líder do Grupo de Pesquisa DiS – Diferenças e Subjetividades em Educação, na mesma Faculdade. Seus interesses de pesquisa se concentram em Exclusão Social, Psicanálise e Educação. Coordenou o projeto Escola, comunicação e sobrevivência, financiado pela Fapesp, do qual resultou o presente livro. Autora do livro Capacidade para não aprender: manejo e contribuições da psicanálise ao cotidiano escolar, publicado pela Zagodoni. É membro do International Advisory Board da coleção Psychoanalytic Studies: Clinical, Social, and Cultural Contexts, organizada por Michael O’Loughlin e publicada pela Lexington Books/Bloomsbury; membro associado da Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo, filiada à International Psychoanalytical Association; membro do Editorial Board do periódico Psychoanalysis, Culture & Society; e membro da Association for the Psychoanalysis of Culture & Society.

Cristiane de Amorim Trindade é formada em Estudos Literários pelo Instituto de Estudos da Linguagem da Unicamp e mestranda pela Faculdade de Educação da mesma universidade, onde realiza pesquisa sobre as contribuições do psicanalista Donald Woods Winnicott para a compreensão de fenômenos educacionais. Participou do projeto Escola, Comunicação e Sobrevivência, financiado pela Fapesp e coordenado pela professora Dra. Ana Archangelo, por meio de pesquisa na modalidade de Treinamento Técnico, intitulada Comportamentos Antissociais, Distúrbio de Caráter e Sobrevivência na Escola.

 

Autores

Alexandro Henrique Paixão

Ana Archangelo

Anderson Ricardo Trevisan

Clara Vaz Bauler

Cristiane de Amorim Trindade

Fabio Camargo Bandeira Villela

Fernanda Donnabella Orrico

Guilherme Marconi Germer

Ionas Sapountzis

Michael O’Loughlin

Soraya Souza

 

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